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No Cabaré Brutal são os artistas plásticos a tomar conta do palco

O Cabaré Brutal está de volta. Esta sexta e sábado, às 19h00, o auditório do Círculo Católico dos Operários do Porto (CCOP) é mais uma vez palco para esta apresentação experimental que junta artes performativas, artes plásticas, música, vídeo e gastronomia. Diferentes linguagens artísticas aliam-se num contexto teatral, onde a comida também assume um papel fundamental para a criação de uma atmosfera ‘vaudevilliana’, com a audiência sentada em mesas com vista para o palco.

De acordo com nota enviada às redações, o Cabaré Brutal é um dos projetos apoiados pelo Criatório 2020, o concurso anual de apoio à criação e programação artísticas promovido pela Câmara Municipal do Porto.

Durante duas horas e meia, a programação será preenchida por artistas locais e internacionais, em palco, na tela e em todos os centímetros cúbicos do espaço, que são apresentados pelo performer oficial da casa e intercalados com segmentos de videoarte.

Aos artistas convidados junta-se um cozinheiro, que pensa o menu em função do espírito da noite, tornando-se também ele parte da obra. Desta feita, os pratos têm assinatura de Callejero – Comida mexicana rueira.

Refira-se que esta segunda edição conta com apresentações de Sara Rafael e Maria Reis; Leonor Parda; António Lago, Manuel dos Santos Maia, João Sousa Cardoso; Ece Canli; Vítor Israel; Mariana Ribeiro Barrote; Sara Rodrigues e Rodrigo B. Camacho; Artristas; Cinthia Mendonça; e muito mais.

O curador convidado é o artista Albert Allgaier, profundo conhecedor do contexto artístico portuense, onde tem vindo a trabalhar como artista e curador. Também nos seus projectos curatoriais, como a Bregenz Biennale, o Skulpturgarten ou outros espaços expositivos austríacos, tem vindo a integrar artistas portuenses.

 

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