[Leituras] E se dormíssemos como os nossos antepassados?
Num mundo em que o sono se tornou um campo de batalha, entre notificações, alarmes, ansiedade e preocupações, Merijn van de Laar lança uma provocação: talvez estejamos a dormir da forma errada. O seu livro Dormir como um homem das cavernas, agora editado em Portugal pela Ideias de Ler, desafia a obsessão moderna pelas “boas práticas” do sono e propõe um regresso àquilo que o nosso corpo nunca esqueceu, mas que a sociedade insiste em ignorar.
De acordo com nota enviada Às redações, este livro não oferece soluções rápidas, nem impõe regras rígidas. Em vez disso, desmonta mitos confortáveis e convida o leitor a repensar o sono como um fenómeno natural, imperfeito, mas essencial. Porque talvez dormir sete horas e acordar cansado não seja um problema, e acordar às três da manhã, afinal, seja a coisa mais normal do mundo.
Com o seu já característico sentido de humor, Van de Laar cruza ciência do sono com psicologia evolutiva e experiências pessoais para revelar algo simples, mas esquecido. O nosso corpo sabe dormir. Fomos nós que desaprendemos.



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