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“O Céu da Língua” em digressão europeia em março de 2026

“O Céu da Língua” em digressão europeia em março de 2026

Depois de ter sido vista por mais de 200.000 espectadores em Portugal e no Brasil, O Céu da Língua, de Gregório Duvivier, regressa em grande para uma digressão europeia que promete voltar a emocionar o público numa viagem pela palavra e pelo poder da linguagem.

Dirigida por Luciana Paes, com música original de Pedro Aune e projeções de Theodora Duvivier, a peça afirma-se como um fenómeno raro: um espetáculo que cruza stand-up comedy, poesia falada e dramaturgia, transformando a língua portuguesa no seu próprio palco, conforme revela nota enviada às redações.

Em março de 2026, Gregório Duvivier apresenta-se em algumas das salas mais emblemáticas de Portugal, com destaque para três Coliseus: 12 de março em Lisboa (Coliseu dos Recreios), 18 de março no Porto (Coliseu Porto Ageas) e 16 de março nos Açores (Coliseu Micaelense) — além de passar também no dia 13 de março pela Madeira (Teatro Municipal Baltazar Dias) e dia 25 de março por Évora (Teatro Garcia de Resende).

Segundo nota enviada Às redações, esta digressão estende-se ainda a várias capitais e centros culturais europeus, levando O Céu da Língua a Londres, Reino Unido – Islington Assembly Hall (11 de março), Berlim, Alemanha – Colosseum Berlin (20 de março), Dublin, Irlanda – The Ambassador Theatre (22 de março), Barcelona, Espanha – Teatre Casino L’Aliança del Poblenou (24 de março), Bruxelas, Bélgica – Espace Lumen (27 de março) e Paris, França – Le Trianon (29 de março).

Ao longo desta digressão, o espetáculo convida o público de diferentes países a mergulhar numa reflexão divertida e profunda sobre a linguagem, a comunicação, os mal-entendidos e o lugar central da palavra na construção do pensamento, da identidade e das relações humanas.

O Céu da Língua é mais do que um espetáculo de humor: é um encontro entre teatro, literatura e performance, conduzido por um dos mais importantes criadores da cena contemporânea brasileira, numa celebração vibrante daquilo que nos une — a capacidade de falar, de imaginar e de contar histórias.

Gregório Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por quê?

O espetáculo mistura Stand Up Comedy com poesia falada e uma dramaturgia que costura tudo. Stand up poetry? Linguistic comedy? Como preferir. Gregório prefere na nossa língua: Comédia Poética. Gregório descobre o poder da fala e nos lembra que o homem, nada mais é do que um macaco que fala – e todas as outras diferenças derivam disso.

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