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Em contagem decrescente para o Absurda Art Fest

Em contagem decrescente para o Absurda Art Fest

Dias 28 e 29 de agosto, o Jardim dos Centenários volta a receber o Absurda Art Fest. Rapaz Ego, Evaya, Sunflowers, Travo, Basic Partner e Them Flying Monkeys estão entre os nomes de uma quinta edição que traz concertos, arte, Feira Absurda e muitas outras atividades. A entrada é livre e o campismo gratuito. Este ano, o festival chega também ao Rio Vez.

Segundo nota enviada às redacoes, durante dois dias, a música — e não só — toma conta do Jardim dos Centenários, com Rapaz Ego, Evaya, Sunflowers, Travo, Basic Partner, Them Flying Monkeys, Friends Will e O Mau Olhado, além dos DJ sets de Sofia Araújo e EMB056. Pelo recinto regressam ainda a Feira Absurda e as Flash Tattoos, num festival que cruza música, artes visuais e participação comunitária.

Este ano, há mais Absurda para lá do Jardim. No sábado, dia 29, a programação chega ao Rio Vez, com as Conversas a Pares, do Coletivo Tagarela, que desafiam desconhecidos a conhecerem-se através de encontros e perguntas para quebrar o gelo. Depois da conversa, O Mau Olhado apresenta-se em formato trio junto à praia fluvial.

O rio é também protagonista através do Coletivo Guarda-Rios. No sábado, o Laboratório dos Sedimentos transforma areia, seixos e argilas em matéria para uma performance sonora que cruza os sons do Vez com música eletrónica e gravações de campo. Nos dias 26, 27 e 28 de agosto, a Escola Rio antecipa o festival com sessões que juntam arte e ciência para descobrir o ecossistema do Vez e aproximá-lo da comunidade.

Ambas as atividades exigem inscrição prévia.

Para quem quiser fazer do Absurda casa durante o fim de semana, mantém-se o campismo gratuito e sem espias, no Pavilhão Municipal de Arcos de Valdevez, a poucos minutos do recinto.

Organizado pelo Coletivo Absurda, no seio da Associação Juventude Vila Fonche, o festival chega à quinta edição movido por uma equipa jovem, voluntários e parceiros locais. Dias 28 e 29 de agosto, há novamente um lugar no Minho para descobrir música, criar, dançar, conversar — e ser um bocadinho absurdo.

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